 |
|
Todos que compram ações o fazem por um só motivo: querem potencializar seus ganhos ao longo do tempo.
Historicamente, investimentos em ações apresentam retornos superiores às aplicações em renda fixa no longo prazo.
Mesmo no Brasil, em que as taxas de juro desde o início do Plano Real (1994) mantiveram-se em patamares extremamente altos, as ações de muitas companhias bateram com folga o retorno do CDI (taxa de juro praticada entre os bancos e que serve de referência para aplicações em renda fixa).
Assim, para objetivos de investimentos de longo prazo, como aposentadoria, por exemplo, e para a diversificação de seus investimentos, possuir uma parcela de suas aplicações em ações pode ser uma boa estratégia. Isso porque é essa fatia investida em ações que, em um horizonte mais longo de tempo, tende a apresentar maiores retornos do que as aplicações em renda fixa, contribuindo assim para aumentar o retorno de sua carteira (conjunto de investimentos) ao longo dos anos. |
 |
 |
O mercado de ações oferece mais riscos do que o mercado de renda fixa; no entanto, também apresenta mais oportunidades de ganhos. Comprar a ação de uma empresa e esperar que ela cresça e mude seu patamar de lucros pode ser uma experiência bastante gratificante para o investidor. Mas para isso é preciso ter paciência e não se assustar com oscilações pontuais de mercado, e estar certo que este investimento atende a seus objetivos de longo prazo.
Quer um exemplo? Observe o que aconteceu com as estatais nos anos 90. Essas empresas vinham desde a década de 80 com uma enorme defasagem nos preços de seus produtos e serviços. Na década seguinte, elas corrigiram essas distorções de preços e seus lucros aumentaram.
Esse movimento de correção de preços fez o lucro da Petrobras, por exemplo, dar um salto na virada do milênio. As melhorias operacionais e maior transparência das informações prestadas, aliada a uma alta do preço do petróleo no mercado internacional, fizeram com que o lucro da empresa evoluísse de R$ 1 bilhão em 1998 para R$ 10 bilhões em 2001.
No início do século XXI, a alta do preço do aço gerou resultado bastante positivo para as empresas siderúrgicas em geral. |